
como um tatu gordo farejo com o nariz colado no chão. Os olhos, secundários, me servem quando necessário. Ontem sonhei contigo novamente, e no sonho você me dizia que estava tudo bem entre a gente. Tudo bem como?
Guio minha vida, jogo as energias, e, sem pensar faço o que acho certo.E lá está você, circulando, só existindo, e me seduzindo somente por isso. Tatu gordo farejo seus passos mas ao mesmo tempo nada disso interessa. Ao ouvir belas canções dessas de chorar na lembrança, ao acudi-lo doente como uma mãe ao filho: desespero e instinto. Te imagino, é isso. Cheiro, gosto. As dúvidas me tomam quando me confronto com esses seres desprovidos de luz cuja sólida preocupação é como poderão ser mais agradados. Como o mundo pode girar mais a favor deles.Roda roda roda.
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